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terça-feira, 5 de maio de 2009

Fim do Ato Inseguro

Através da Portaria n° 84/09, o Ministério do Trabalho corrigiu um antigo erro. A expressão "ato inseguro", contida na alínea "b" do item 1.7 da NR 1, foi retirada da regulamentação, assim como os demais subitens que atribuíam ao trabalhador a culpa

pelo acidente de trabalho. O novo texto esclarece a possibilidade da divulgação de ordens de serviço sobre Segurança e Saúde por meios alternativos como, por exemplo, cartazes, comunicados e meios eletrônicos.

Na opinião do médico do Trabalho e especialista em análise de acidentes do trabalho, IIdeberto Muniz de Almeida, a aprovação desta alteração representa a desconstrução das práticas de atribuição de culpa às vítimas de acidentes. "Não se trata apenas de uma mudança restrita aos instrumentos legais. Isso significa que o MTE retomou seu trabalho de incentivo à prevenção de acidentes, incluindo novas propostas de formação e de atualização de seus auditores fiscais", considera Almeida.

Fonte: Revista Proteção - Abril/2009

(http://www.segurancanotrabalho.eng.br/noticia/fimatoinseg.html)

Brasil está preparado para gripe suína, diz ministro

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta quarta-feira, 29, em entrevista coletiva, que o país está preparado para enfrentar uma pandemia de gripe suína, quando uma epidemia da doença atinge diversos países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o nível de alerta para pandemia da gripe suína de 4 para 5. Isto significa que há risco de que esse cenário aconteça e os países devem estar preparados para acionar seus planos de contingência.

“O País está preparado para esta situação. Temos um plano de contingenciamento desde 2005; os aeroportos e portos estão em alerta; há uma rede de 52 centros de referência para o acompanhamento e tratamento de eventuais casos da doença” (veja aqui a lista completa), ressaltou o ministro.

Temporão informou que o Brasil tem estoque suficiente do medicamento para o tratamento da doença. O Ministério da Saúde dispõe, para uso imediato, de 6.250 tratamentos para adultos e 6.250 tratamentos pediátricos.

Além disso, há um estoque estratégico de 9 milhões de tratamentos (suficientes para, pelo menos, 9 milhões de pessoas). A matéria-prima está acondicionada a granel e pode ser transformada em cápsulas no laboratório de Biomanguinhos (no Rio de Janeiro) e em laboratórios da Marinha e do Exército. Juntos, os laboratórios tem capacidade de produzi 300 mil cápsulas por dia (o equivalente a 30 mil tratamentos). A quantidade de medicamento e o início do processamento serão indicados pelo Ministério, conforme a necessidade.

O ministro advertiu, porém, sobre os riscos da automedicação. “A automedicação, além de desaconselhada, pode ser muito prejudicial. Todo medicamento para tratamento dessa doença está em poder do Ministério da Saúde. A automedicação pode maquiar sintomas, alterar os sintomas e criar resistência ao tratamento”, alertou.

Há no País dois casos suspeitos, na capital de São Paulo e em Belo Horizonte/MG. Em ambos os casos, os pacientes estão isolados e sendo tratados para a doença, apesar de ainda não haver a confirmação via exame laboratorial.

Ainda assim, nesta quinta-feira, todos os estados receberão 20 tratamentos completos da doença, como medida de precaução. Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro já receberam 200 tratamentos cada.

A OMS disponibilizou nesta quarta-feira na Internet a sequência genômica do vírus, o que possibilitará ao Brasil realizar, no prazo de dez dias, exames específicos para diagnosticar a doença em três laboratórios públicos: Instituto Evandro Chagas (PA), Instituto Adolpho Lutz (SP) e Fiocruz (RJ).

Casos em Monitoramento

Além dos dois casos sob suspeita, há 36 pacientes em monitoramento em 11 estados (Amazonas, Pará, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo). Há diferenças importantes entre casos em monitoramento e casos suspeitos. Os pacientes em monitoramento apresentam algum dos sintomas da doença, mas não preenchem todos os critérios de descrição da doença pela OMS. Estão em monitoramento por medida de prevenção. Já os casos suspeitos são aqueles em que os pacientes atendem a um conjunto de fatores possíveis da doença. Em ambos os casos, os pacientes vieram de países afetados pela gripe aviária.

“A rede pública de saúde está preparada para a detecção precoce de casos suspeitos”, enfatizou o ministro. “Este é um momento importante e o fato de o nível ter passado de 4 para 5 prova isto. A existência de centros de vigilância epidemiológica em todo o País é uma arma muito poderosa. Os 52 centros de referência que temos são outra arma para o enfrentamento da doença. Temos um grande centro em São Paulo, uma planta industrial com técnicos aqui no nosso país, capaz de produzir o tratamento. Este é o momento de combater a insegurança, a dúvida e o medo, de se ter confiança de que o governo está enfrentando o problema com seriedade”.

O Nível 5 de alerta

Para a elevação de nível de alerta, na tarde desta quarta-feira, foram levados em conta os dados epidemiológicos do mundo inteiro e a existência de surto em mais de um país de uma mesma região da OMS. Isso deve levar os países a adotarem novas medidas de contingenciamento, segundo o ministro. “É o que viemos fazendo desde sábado”, reforçou.

Desde 2000, o Brasil começou a estruturar a rede de vigilância em saúde para o enfrentamento ao vírus influenza. Em 2003, com a detecção de uma variação do vírus na Ásia, houve um fortalecimento da vigilância epidemiológica e da rede laboratorial do País. Em 2005, por Decreto Presidencial, foi inclusive criado um grupo executivo interministerial para preparar o Brasil para uma eventual pandemia por influenza – é nesse ano que houve o surto da gripe aviária.



Fonte: Agência Saúde - 29/4/2009

O que falta em algumas organizações: Comprometimento...

As organizações são perfeitas, as pessoas que as representam nem tanto, uns se deixam levar pela vaidade da função, dos benefícios e uma infinidade de outros atrativos que seus cargos oferecem, contudo o que falta para parte do time das organizações é sem duvida alguma a questão do comprometimento..., a palavra comprometimento gera responsabilidade e nem todo time tem o desejo de ser responsável e, quando enfatizo a situação da responsabilidade cabe ponderar que muitos colaboradores têm a responsabilidade de cumprir com sua jornada de trabalho, receber o pagamento do adiantamento quinzenal e mensal e,...

Deparamos com várias situações em uma organização e, quanto menor e mais distante a unidade e ou frente de trabalho da sede, a situação fica delicada, pois parte do time se deixa conduzir por suas vontades e novamente a vaidade toma forma e ganha corpo; independentemente da função, da área de ação, quem representa a organização é seu maior patrimônio, o colaborador e, independente da situação e ou função do colaborador e sua área de ação, seja ele da área da Mecânica, Elétrica, Civil, Segurança e Saúde do Trabalho, Meio Ambiente, RH e outros setores, convém e oportuno lembrar que quem se faz presente é a organização e, todos somos responsáveis por seus resultados e, por quê? Simples, somos seus representantes...

É comum depararmos com aquela situação do empurra, do não ser eu o responsável pela falha alheia, e registramos a situação do empurra entre os colaboradores das áreas de Mecânica, Elétrica, Civil, e outros setores, em alguns contratos, temos visto que algumas organizações por intermédio de seus representantes ainda sofrem com determinadas imposições das empresas contratantes, exemplo disso são as evidencias constatadas na forma de inspeções de campo, onde parte do time que representa a organização deixa de “obedecer e atender” algumas exigências contratuais e, neste sentido, a bomba estoura na área de Segurança do Trabalho, e fica um questionamento, é justo que outro setor responda pela negligencia, imprudência, imperícia de outro setor e de seus profissionais...

Enquanto fica o jogo do empurra entre os setores e colaboradores, as pendências aumentam gradativamente, quando então se constata a situação de ingerência do responsável pela área e ou setor, daí surgem as penalidades contratuais, dentre elas a retenção de verba de frente de trabalho e, quem realmente deveria responder pela situação de negligencia, imprudência, imperícia, faz-se de desentendido e a bomba estoura para o lado mais frágil da organização, o recurso financeiro e, as ameaças surgem..., do nada alguém começa a tratar rispidamente seu colega e ou equipe de trabalho, a organização começa a ser vista de forma negativa perante seu cliente e seus colaboradores e, quem de fato deveria ser punido? As pendências não são respondidas em tempo hábil e, as ameaças não são focadas na maioria dos casos sobre aqueles que cometeram as falhas contratuais e, em não respondendo, a organização começa a perder verba de manutenção de canteiro, retaliações contratuais e uma infinidade de situações que com toda certeza irão gerar problemas para a organização, procura-se um culpado? O problema foi encontrado? E, onde está a solução do problema?

A ausência de comprometimento por parte do time afeta sem duvida alguma os resultados da organização? Com certeza que sim e, parte do time que deseja estar comprometido, busca resultados positivos e, como sempre o bicho chamado homem faz com que o resultado considerado sobre o aspecto negativo seja postergado... É preciso que o time e, os jogadores em campo, independentemente do cargo, da área de ação, entendam que somos todos responsáveis, vestimos a mesma camisa e cada colaborador tem seu papel preponderante na organização, nela entendendo direitos e deveres da sociedade economicamente ativa.

Vestir a camisa da organização, estar devidamente comprometido não é tão simples como muitos pensam e desejam oportuno questionar cada membro do time sobre até onde vai seu grau de comprometimento, é preciso driblar situações criadas pelo próprio time e, correr atrás dos resultados é um fator preponderante de responsabilidade e comprometimento, é como marcar gol sem fazer falta, o tempo do contrato pode ser marcado como 1º e 2º tempo e o tempo de ação é de noventa minutos, neste sentido, devemos ter em campo todos os jogadores conscientes do seu papel, de suas responsabilidades e comprometidos com as ações contratuais, procurando por certo atender as necessidades contratuais e, o técnico, nosso representante frente ao cliente deve estar ciente que temos ações a serem tomadas....

Fonte:Cláudio Antonio Dias de Oliveira Coordenador Geral

Instituto de Estudos de Segurança, Saúde do Trabalho e em

Meio Ambiente nas Indústrias do Vale do Paraíba no Estado de São Paulo